Você é contra o “Eletrochoque” ou ao governo eleito?

Você é contra o “Eletrochoque” ou ao governo eleito?

Eletroconvulsoterapia

A polêmica do eletrochoque ganhou destaque na mídia após a sua liberação pelo SUS, muitos alegam como um retrocesso e visto como instrumento de tortura no século passado. Não há dúvida que deva ser analisado com cautela, muita cautela, mas apenas no âmbito da saúde e não no político, a começar pelo próprio nome do tratamento, que se chama ELETROCONVULSOTERAPIA.

Politicamente, pessoas inocentes vítimas de massa de manobra, ignorantes ou de má fé, a usaram como motivo de ataque ao governo que ai está, e o pior, conseguiram seu objetivo! Fez com que o próprio SUS revisse a liberação.

Pelo lado medicinal, colocou de volta no corredor da morte milhares de pessoas que sofrem de depressão e recorreram à justiça para que o tratamento fosse ofertado pelo SUS. Pelo simples fato de que a ELETROCONVULSOTERAPIA (apesar de polêmica) é recomendada e usada quando a medicação convencional não combate mais uma doença, EXATAMENTE OS CASOS CONHECIDOS E PROPENSOS AO SUICÍDIO. (HÁ OUTROS CASOS).

É polêmico, sim, mas não compete a nós associarmos este tema ao ÓDIO do governo eleito, mas sim ao debate dos profissionais da área.

Eu por exemplo não entendo do assunto e a primeiro momento me remeti aos primórdios dos “Hospital de Doidos” e o sofrimentos destes, mas fui pesquisar antes de criticar.

Agora ao ver alguns líderes/candidatos derrotados nas urnas usarem esse tema como ataque ao governo, duvido que estejam realmente preocupado com a saúde de quem dependa e precise do tratamento.

Quer entender um pouco mais sobre este debate, veja as opiniões de profissionais conceituados e matérias (oposição ou governo) e que trata com bom senso o tratamento, entre eles o médico Drauzio Varella.

Por Isaldo Torres

 

Clique na imagem ou links abaixo:

Drauzio Varella

Folha/Uol

Revista Veja

InfoEscola

Revista Piauí

 

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