Lidia, a paraguaia assassinada pelo narcotraficante brasileiro Marcelo “Piloto”

Lidia, a paraguaia assassinada pelo narcotraficante brasileiro Marcelo “Piloto”

Lidia Meza Burgos foi pela segunda e última visitar o traficante Marcelo “Piloto”, um dos chefes da Facção Criminosa, Comando Vermelho.

Lidia Meza Burgos, a paraguaia assassinada pelo narcotraficante Marcelo “Piloto” – Foto de Internet

Segundo registros, Lidia entrou às 12h35 na unidade prisional para visitar Marcelo pela segunda vez, a primeira vez foi no dia 17 de outubro e conforme o relatório da 4ª Polícia Metropolitana, por volta as 13h50 um dos policiais ouviu gritos na cela do traficante e ao ir verificar, encontrou a jovem deitada no chão já desfalecida e muito ensanguentada.

Ela chegou a ser socorrida e levada as pressas para o Hospital Barrio Obrero, mas já não havia chance, ela já chegou sem sinais de vida.

Lidia Meza Burgos foi atacada com uma faca usada (dessas de sobremesas), mas preparada e afiada para causar o estrago necessário.

A faca usada no crime

O perito constatou que ela antes de ser esfaqueada foi espancada e depois levou 17 perfurações e sua morte foi causada por hemorragia interna.

O pai da jovem, Francisco Meza, disse que é mentira o boato de que sua filha seria prostituta,  ela trabalhava como babá para uma mulher de 90 anos e folgava aos sábados e domingos. Havia conversado com ela no mesmo dia de sua morte e disse que estaria em casa em volta das 15h.

“Ela nos mimava, saía do trabalho e ia para casa, dormia com a mãe”, disse o pai chocado. Ele acrescentou que sua filha também recebeu muito amor dele e de sua esposa.

Ele não sabe o vínculo da menina com o seu algoz, mas assegurou que não permitirá que o crime fique impune.

Segundo informações, o narcotraficante havia cometido o assassinato para não ser extraditado para o Brasil, já que a pena dele no Paraguai não passaria de 10 anos. Porém, Marcelo foi expulso daquele país e já se encontra no Brasil.

Foto de Internet
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