São José dos Pinhais: Secretaria de Meio Ambiente distribui lixeiras para recicláveis no Paço Municipal

São José dos Pinhais: Secretaria de Meio Ambiente distribui lixeiras para recicláveis no Paço Municipal

Ação é para conscientizar o servidor público municipal sobre a correta separação dos lixos comum e reciclável (Fotos: Paulo Szostak/PMSJP)

A Secretaria de Meio Ambiente (SEMMA) de São José dos Pinhais realizou, na manhã desta sexta-feira, 19, a entrega de lixeiras para materiais recicláveis nas secretarias, departamentos e divisões que funcionam no Paço Municipal. O objetivo dessa ação é de incentivar o servidor público a separar o lixo reciclável do lixo comum. A separação correta reverte o material reciclável em renda para famílias que sobrevivem da comercialização de tais materiais e também é um  ganho para o meio ambiente, já que esse materiais são destinados corretamente.

Como parte de um programa de educação ambiental, foram criadas duas rotas para a coleta de recicláveis. Todos os prédios da administração pública municipal; desde as sedes das secretarias bem como escolas, CMEIS, unidades de saúde, entre outros; fazem parte de uma dessas rotas, que teve início em outubro e, segundo a SEMMA, tem coletado de 500 a 600 quilos de recicláveis todas semanas.

Segundo o secretário de Meio Ambiente de São José dos Pinhais, Áriston Ghidin, a separação correta de recicláveis e também a oportunidade de revertê-los em renda às famílias faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos. “Estamos trabalhando cada dia para manter o ambiente saudável, por isso é importante conscientizarmos o servidor público. Muitas vezes cobramos que os cidadãos cumpram esse papel de separação, mas não fazemos isso dentro das repartições públicas. Nosso trabalho é, justamente, despertar essa conscientização dentro do funcionalismo público”, explicou Ghidin.

Irineu Guimarães é presidente da Associação Moranguinho de Materiais Recicláveis e conta que essa ação é importante para ajudar quem sobrevive da venda desses materiais. “Hoje, só na Associação Moranguinho, são 35 famílias que sobrevivem da renda de materiais recicláveis. Com a colaboração do município, temos uma estrutura adequada para realizar o trabalho e os equipamentos necessários, mas cerca de 40% de material reciclável ainda acaba nos aterros por não serem separados corretamente”, disse Guimarães, que explica ainda sobre o copinho do café. “É um material reciclável desde que não esteja muito sujo, sem muita impureza”.

(Fotos: Paulo Szostak/PMSJP)

(Fotos: Paulo Szostak/PMSJP)

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(Fotos: Paulo Szostak/PMSJP)

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