VÍDEO: Mulher enterrada viva com o marido morto, uma tradição de ignorância

VÍDEO: Mulher enterrada viva com o marido morto, uma tradição de ignorância

VÍDEO: Mulher enterrada viva com o marido morto, uma tradição de ignorância

Em plena era do feminismo e da igualdade nos direitos humanos, é difícil assimilar a prática hindu de Sati (a viúva é queimada viva sobre a pira funerária de seu marido), em nosso mundo moderno. Mesmo sendo ilegal nos dias de hoje, ainda ocorre e é considerada por alguns hindus como a última forma de devoção e sacrifício feminino.

O Sati (também chamado de suttee) é a prática entre algumas comunidades hindus pelas quais uma mulher viúva recentemente voluntária ou por força ou coação comete suicídio (nestes casos é assassinada) como resultado da morte do marido. A forma mais conhecida de sati é quando uma mulher queima até a pira funerária do marido. No entanto, outras formas de Sati existem, inclusive sendo afogadas ou enterradas vivas com cadáver do marido, esta é tradição mais usada do Sati em algumas tribos da Tailândia.

O termo sati é derivado do nome original da deusa Sati, também conhecido como Dakshayani, que se auto-imolizou porque não podia suportar a humilhação seu marido (vivo) Shiva.

Historicamente, a prática de sati foi encontrada entre muitas castas e em todos os níveis sociais. O fator de decisão comum era muitas vezes propriedade de riqueza, uma vez que todas as posses da viúva são transferidas para a família do marido após sua morte. Em um país que evitava as viúvas, a sati era considerada a mais alta expressão de devoção indigna a um marido morto, já que assegura a salvação de marido morto e as sete gerações que a seguirem.

 

Compartilhe: