Operação Carne Fraca – Quais alimentos proibidos e marcas envolvidas

Carnes estragadas usadas na produção de salsichas e linguiças;

Carnes podres com ácido ascórbico (substancia que disfarça a podridão e provoca câncer);

Carnes sem refrigeração (já que não tinha problema de apodrecer);

Uso de partes (unhas, carne de cabeças, etc) proibidas pela legislação;

Animais abatidos imundos e sem passar pelo processo de limpeza;

Uso de produtos quimicos para tirar mau cheiro e aparência de carne vencida;

Carnes com bactérias de salmonela;

Injeção de água na carne para aumentar o peso;

Troca de proteína por fécula de mandioca ou de soja (mais baratas);

Aproveitamento de carnes  de cabeça de porco em linguiças;

Uso de papelão de caixas usadas para enxertar em produtos embutidos (hambúrgueres, presuntos, salames, etc);

Uso também de todo esse material podre em alimento escolar.

 

Segundo investigação da PF, todo esses “ALIMENTOS” abasteciam grandes e pequenos frigoríficos tais como:

BRF – que controla as marcas Sadia, Perdigão, Chester, Avipal, Chicken Friends, Hot pocket, Qualy, Becel, entre outras;

JBS – que controla marcas como Friboi, Seara, BigFrango, Swift, Vigor, Maturatta, Salsicha Bordon, entre outras;

Souza Ramos que controla marca Sol;

Na pericia inicial da investigação, foram recolhidos materiais em grande supermercados de Curitiba e região, dentre eles Walmart.

A operação baseia-se que havia um esquema de corrupção e propina que inclusive abastecia políticos de partidos como PMDB e PP;

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